Previsão do Tempo

terça-feira, 30 de maio de 2017

Voe nas asas da águia Vitória em 360º



Já imaginou o que seria sobrevoar o Estádio da Luz com a nossa imperial Águia Vitória? Não imagine mais, veja aqui… prepare-se é de cortar a respiração!!

quinta-feira, 25 de maio de 2017

AQUI HÁ TRAMPA...

Abaças e o seu isolamento do desenvolvimento nacional. Acorda povo!

ESTE CONDUTOR FOI DIRIGIDO POSSIVELMENTE POR GPS PARA UMA ESTRADA MUNICIPAL QUE FOI ABERTA PELA ANTERIOR JUNTA DE FREGUESIA DE ABAÇAS DE FORMA A CIRCULAR UM AUTOCARRO PARA RECOLHA DE ALUNOS E PASSAGEIROS COM DESTINO A VILA REAL. ESTA MARAVILHOSA VIA DE TRÂNSITO DEVE TER SIDO ELABORADA POR UM "ENGENHEIRO" DOS CURSOS DE BOLONHA NÃO DESFAZENDO , O AUTOCARRO NUNCA CIRCULOU POIS TEM CURVAS APERTADAS QUE NÃO AS CONSEGUE FAZER E SÓ SERVE PARA AUTOMÓVEIS E CAMIONETAS LIGEIRAS. O CONDUTOR DESCONHECENDO ESTA VIA E SEGUINDO AS INSTRUÇÕES DO GPS METEU ESTE CAMIÃO E METEU-SE TAMBÉM EM TRABALHOS INESPERADOS, POIS NÃO CONSEGUIU CHEGAR AO DESTINO E DEPOIS DE DERRUBAR ALGUNS OBSTÁCULOS E TER DE FAZER O CAMINHO INVERSO EM MARCHA-ATRÁS VIU-SE EM PALPOS - DE - ARANHA PARA VOLTAR À ESTRADA 313 - 1. JÁ AGORA CHAMO A ATENÇÃO PARA QUE NUM FUTURO BREVE A CÂMARA DE VILA REAL E A FUTURA JUNTA DE FREGUESIA SE EMPENHEM PARA RESOLVER DETERMINADAS CURVAS E ALARGAR ESTA VIA CADA VEZ MAIS PROCURADA PARA SAIR E ENTRAR NA FREGUESIA DE ABAÇAS.





Cidade de Chaves - Portugal



À época da invasão romana da península Ibérica, os romanos instalaram-se no vale do rio Tâmega, onde hoje se ergue a cidade e, construíram fortificações pela periferia, aproveitando alguns dos castros existentes.
Para defesa do aglomerado populacional foram erguidas muralhas e, para a travessia do rio, construíram a ponte de Trajano. Fomentaram o uso das águas quentes mínero-medicinais, implantando balneários Termais, exploraram minérios, com destaque para filões auríferos, e outros recursos naturais. Acredita-se que a ponte de Trajano foi construída com o auxílio dos legionários da Sétima Legião (Legio VII Gemina Felix).
Tal era a importância desse núcleo urbano, que foi elevado à categoria de Município no ano 79 d.C. quando dominava Tito Flávio Vespasiano, o primeiro capit da família Flávia. Daqui advém a antiga designação Aquae Flaviae da actual cidade de Chaves, bem como o seu gentílico — flaviense.
Calcula-se pelos vestígios encontrados que o núcleo e centro cívico da cidade se situava no alto envolvente da área hoje ocupada pela Igreja Matriz. Ainda hoje lembra a traça romana, com o Fórum, o Capitólio e o Decúmanus, que seria a rua Direita. Foi nessa área que foram e ainda são (2006) encontrados os mais relevantes vestígios arqueológicos, expostos no Museu da Região Flaviense, como o caso de uma lápide alusiva a um combate de gladiadores.

Vila Real - Portugal



A localização privilegiada, no cruzamento das estradas Porto-Bragança e Viseu-Chaves, permite o seu crescimento. Após várias tentativas de povoamento deste territorio desde a época do Condado Portucalense, é com o foral de D.Dinis em 1289 que é fundada Vila Real de Panóias, que se tornará a actual cidade. A presença, a partir do século XVII, da Casa dos Marqueses, faz com que muitos nobres da corte também se fixem. Facto comprovado pelas inúmeras pedras-de-armas com os títulos de nobreza dos seus proprietários que ainda hoje se vêem na cidade.

Amarante - Portugal



Amarante teve provavelmente a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça exactamente o nome dos seus fundadores. Contudo, só começou a adquirir importância e visibilidade após a chegada de São Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde, Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. A este santo se atribui a construção da velha ponte sobre o Rio Tâmega.

A exuberante margem do Rio Douro e as ribeiras do Porto e Gaia.

terça-feira, 23 de maio de 2017

PARTIR É MORRER UM POUCO



Adeus parceiros das farras
Dos copos e das noitadas
Adeus sombras da cidade
Adeus langor das guitarras
Canto de esperanças frustradas
Alvorada de saudade.

Meu coração como louco
Quer desgarrar-me do meu peito

Transforma em soluço a voz
Partir é morrer um pouco
A alma de certo jeito
A expirar dentro de nós.

Voam mágoas em pedaços
Como aves que se não cansam
Ilusões esparsas no ar.
Partir é estender os braços
Aos sonhos que não se alcançam
Cujo destino é ficar.

Deixo a minhalma no cais
De longe canto sinais
Feitos de pranto a correr.
Quem morre não sofre mais
Mas quem parte é dor demais
É bem pior que morrer!

Quem morre não sofre mais
Mas quem parte é dor demai
É bem pior que morrer

CÃO GRAFITEIRO!...


TRAGO O ALENTEJO NO CORAÇÃO


A TECNOLOGIA AO SERVIÇO DO HOMEM!...


A EVOLUÇÃO DA MATEMÁTICA!...


domingo, 14 de maio de 2017

APELO A TODOS PORTISTAS E SPORTINGUISTAS!...





“Certo dia uma cobra começou a perseguir com insistência um pirilampo.
O pirilampo apercebeu-se e começou a fugir com medo da cobra.
Passaram-se dias e a força do pirilampo, para fugir da cobra, começou a diminuir.
Um dia, confuso e cansado, sem perceber aquela insistência, parou de fugir e enfrentou a cobra, perguntando:
- Deixas-me fazer-te 3 perguntas, por favor?
A cobra com ar intrigado respondeu:
- Podes, mas olha que não costumo aceder a estes pedidos, mas já que te vou comer de qualquer forma despacha-te e pergunta.
O pirilampo avançou determinado e perguntou:
- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não - disse a cobra.
- Fiz-te algum mal?
- Não - disse a cobra.
- Então porque é que me queres comer? - perguntou o pirilampo.
- Porque não suporto ver-te brilhar!

***
Esta história oferece-lhe um ensinamento.


Faça uma reflexão sobre ela e de futuro tente lembrar-se que para um ataque de uma 'cobra' basta algo tão inofensivo como o excesso de brilho de um pirilampo.

A FESTA DO TETRA CAMPEONATO DO BENFICA

O HINO DO BENFICA NA PRAÇA DO MARQUÊS DE POMBAL EM LISBOA

A FESTA DO TETRA NA PRAÇA DO MARQUÊS DE POMBAL EM LISBOA

A FESTA DO TETRA NO ESTÁDIO DA LUZ EM LISBOA.

BENFICA - GUIMARÃES - O JOGO DO TETRA.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

RIR É O MELHOR REMÉDIO!




Por Miguel Esteves Cardoso



"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu.
Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...)
Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para estar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai considerar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
Já para não falar em “Picha”, no concelho de Pedrógão Grande e de “Rata”, em Arruda dos Vinhos, Beja, Castelo de Paiva, Espinho, Maia, Melgaço, Montemor-o-Novo, Santarém, Santiago do Cacém e Tondela. Temos, assim, em Portugal, uma “Picha”para 11 “Ratas”. O que vale é que mesmo ao lado da “Picha”, temos a “Venda da Gaita”...
E ainda existe “Colhões”, perto de Coimbra,EE ainda temos “Colhões”, perto de Coimbra
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do “Garganta Funda”.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra".
Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa.
Verá que não é bem atendido. Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.
Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um Percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).




E não está cá Cujó nem Colo do Pito...

A ciência e a tecnologia ao serviço do homem


Os carros da nossa vida


Os carros da nossa vida  de João Couto

Exame de Toque Rectal!...

c

ESTE É O VERDADEIRO PINTO DA ÍNDIA!...


Video de apoio ao Sport Lisboa e Benfica e ao Salvador Sobral.



Sábado dia 13 de Maio 2017 vai ser um dia abençoado, Campeonato e Festival, vamos "ganhar os dois!"

terça-feira, 9 de maio de 2017

ESTÁ TUDO DITO!...

Os meninos de hoje



Os meninos de hoje

Os meninos não podem sair da nossa beira porque os meninos não podem estar sozinhos. Os meninos não podem ficar no recreio a brincar quando os professores faltam - são levados para a biblioteca ou para alguma aula de pseudo-apoio. Se os meninos ficassem no recreio a jogar à bola e se por acaso se magoassem, o que seria dessa escola! Os pais poderiam até processar a instituição de ensino! Os meninos não podem ir a pé ou de autocarro para a escola porque isso pode ser perigoso. Os meninos não se podem sujar ou magoar - os pais nunca se perdoariam (e fá-los-ia perder tempo que não têm). Os meninos andam a saltar de pais para os avós e para a escola e para o atl e para a piscina e para o inglês e para a música e para o karaté e para o futebol e para a patinagem e... Porque os meninos têm de estar sempre ocupados e nunca sozinhos; não saberiam o que fazer com o tempo livre. E os pais têm de ganhar dinheiro para os meninos andarem sempre bonitos e com roupa de marca - caso contrário, os colegas poderiam até gozá-los. E se o colega tem uma coisa, o menino também tem de ter (senão faz birra e com toda a razão). E os meninos têm de ter festas de aniversário espectaculares - e não pode ser em casa só com a família, que isso não se usa. Tem de ser com a turma toda e os amigos e os primos e tem de se alugar (e pagar) um sítio onde tenha muitos brinquedos e escorregas e palhaços e malabaristas e baby-sitters. Algum sítio onde alguém se responsabilize pelos filhos dos outros, de preferência. Os meninos, coitadinhos, são muito novos para pensar - mais vale nós planearmos a vida deles e dizer-lhes o que fazer. Mas só se eles concordarem, claro. Porque os meninos não têm culpa de nada; se se portam mal, a culpa é da educação que recebem na escola (que é o sítio onde eles devem ser educados). Os meninos não comem sopa e verduras porque não gostam Os meninos saem da mesa quando lhes apetece e passam o (pouco) tempo livre entre smartphones, tablets e computadores. Mesmo enquanto comem, coitadinhos, tem de haver alguma coisa para os entreter - e não se fala com a boca cheia. Alguns até comem com auscultadores colocados nos ouvidos - e ainda bem, para não incomodar a conversa dos adultos. Os meninos só vêem desenhos animados (e a televisão é deles quando eles estão em casa). Porque os meninos querem, os meninos têm. O que não vale é chorar - não gostamos de os ver tristes. Chora chora que a mamã dá mais brinquedos para brincares duas vezes e arrumar a um canto - a casa fica cheia deles; depois compram-se outros diferentes porque os meninos têm de ter sempre mais e mais coisas e mais experiências novas. Os meninos não ajudam em casa porque são meninos. Os meninos começam a sair cedo e os papás vão buscá-los onde e à hora que for necessário. Não há meninos burros, arruaceiros, nem medricas, nem preguiçosos, nem tímidos, nem distraídos, nem mal educados, nem maus, nem... Nada disso. Os meninos são todos bons (os melhores) e muito inteligentes. Todos. E todos os anos há meninos finalistas e festas de finalistas e viagens de finalistas e até praxes, do primeiro ao último ano da escola, porque eles são muito inteligentes e importantes, agora que acabaram mais um ano. Que bem, já tens a quarta classe - que orgulho, meu filho Ah, parece que foi ontem a tua festa de finalistas do terceiro ano... Os meninos não se podem (nem sabem) defender sozinhos; para isso é que existem os pais e os psicólogos e os professores e até os tribunais. Os meninos têm explicações desde a escola primária porque precisam de toda a ajuda possível para ser os melhores. Se não estão atentos nas aulas, a culpa é do professor. Os meninos não levam palmadas - ai se isso acontecer. Podiam ficar traumatizados, coitadinhos. Se os meninos estragam, os papás pagam. Os meninos têm direitos - mais concretamente, têm o direito a fazer o que lhes apetece porque são meninos e não têm de entender as preocupações dos crescidos. Por isso desarrumam a casa e todos os sítios por onde passam; partiu? virou? desapareceu? morreu? Não sei, eu sou apenas um menino.
Até que um belo dia, os meninos se veem subitamente fora de casa e da escola e longe de todas as pessoas e coisas que costumam controlar todos os seus movimentos (e até pensamentos). Longe daqueles que lhes disseram sempre que os meninos não são responsáveis nem culpados daquilo que fazem.
E só aí, longe pela primeira vez, começam a aprender a ser pessoas, a respeitar a liberdade e o espaço dos outros (os outros que afinal também existem! - descobrem os meninos nesta altura). Só aí entendem que cada acto tem uma consequência. E torna-se difícil - que a pegada dos meninos agora é grande e os erros notam-se como patas de elefante em cima de nenúfares. Destroem tudo porque têm de aprender e agora é muito mais complicado. Pensavam que podiam fazer tudo o que lhes apetecesse, mas afinal parece que não. Ninguém lhes tinha dito. E de repente aparecem ratos que assustam os elefantes. Todo aquele tamanho mas no fundo continuam apenas meninos que agora vivem em corpos de adultos. Ficam muito assustados (pudera) e não entendem.
Voltam para casa e perguntam aos pais: o mundo é mesmo assim, papás? Não posso atirar colchões pela janela dos hotéis? Não posso ligar extintores e estragar as paredes e camas? Porque não avisaram antes?
E nessa altura, levam um estalo - a primeira palmada das suas vidas. Deixaram finalmente de ser (e da pior forma) meninos.

sábado, 6 de maio de 2017

DEDICADO A TODAS AS MÃES, PRINCIPALMENTE A TODAS AS MÃES QUE FORAM MÃES.

Mãe

Mãe:
Que desgraça na vida aconteceu,
Que ficaste insensível e gelada?
Que todo o teu perfil se endureceu
Numa linha severa e desenhada?

Como as estátuas, que são gente nossa
Cansada de palavras e ternura,
Assim tu me pareces no teu leito.
Presença cinzelada em pedra dura,
Que não tem coração dentro do peito.

Chamo aos gritos por ti — não me respondes.
Beijo-te as mãos e o rosto — sinto frio.
Ou és outra, ou me enganas, ou te escondes
Por detrás do terror deste vazio.

Mãe:
Abre os olhos ao menos, diz que sim!
Diz que me vês ainda, que me queres.
Que és a eterna mulher entre as mulheres.
Que nem a morte te afastou de mim!

Miguel Torga, in 'Diário IV'

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Sem palavras!...


Estradas dificeis


Estradas dificeis de João Couto

Há quem não queira ver e fazer dos outros cegos!


Isto é só música!...


Concurso do beijo!...


Sabe o que são crises esternutatórias? Então veja!


Dez esplêndidos exemplares de tiro!...


O peregrino do séc. XXI