quinta-feira, 25 de maio de 2017

Abaças e o seu isolamento do desenvolvimento nacional. Acorda povo!

ESTE CONDUTOR FOI DIRIGIDO POSSIVELMENTE POR GPS PARA UMA ESTRADA MUNICIPAL QUE FOI ABERTA PELA ANTERIOR JUNTA DE FREGUESIA DE ABAÇAS DE FORMA A CIRCULAR UM AUTOCARRO PARA RECOLHA DE ALUNOS E PASSAGEIROS COM DESTINO A VILA REAL. ESTA MARAVILHOSA VIA DE TRÂNSITO DEVE TER SIDO ELABORADA POR UM "ENGENHEIRO" DOS CURSOS DE BOLONHA NÃO DESFAZENDO , O AUTOCARRO NUNCA CIRCULOU POIS TEM CURVAS APERTADAS QUE NÃO AS CONSEGUE FAZER E SÓ SERVE PARA AUTOMÓVEIS E CAMIONETAS LIGEIRAS. O CONDUTOR DESCONHECENDO ESTA VIA E SEGUINDO AS INSTRUÇÕES DO GPS METEU ESTE CAMIÃO E METEU-SE TAMBÉM EM TRABALHOS INESPERADOS, POIS NÃO CONSEGUIU CHEGAR AO DESTINO E DEPOIS DE DERRUBAR ALGUNS OBSTÁCULOS E TER DE FAZER O CAMINHO INVERSO EM MARCHA-ATRÁS VIU-SE EM PALPOS - DE - ARANHA PARA VOLTAR À ESTRADA 313 - 1. JÁ AGORA CHAMO A ATENÇÃO PARA QUE NUM FUTURO BREVE A CÂMARA DE VILA REAL E A FUTURA JUNTA DE FREGUESIA SE EMPENHEM PARA RESOLVER DETERMINADAS CURVAS E ALARGAR ESTA VIA CADA VEZ MAIS PROCURADA PARA SAIR E ENTRAR NA FREGUESIA DE ABAÇAS.





Cidade de Chaves - Portugal



À época da invasão romana da península Ibérica, os romanos instalaram-se no vale do rio Tâmega, onde hoje se ergue a cidade e, construíram fortificações pela periferia, aproveitando alguns dos castros existentes.
Para defesa do aglomerado populacional foram erguidas muralhas e, para a travessia do rio, construíram a ponte de Trajano. Fomentaram o uso das águas quentes mínero-medicinais, implantando balneários Termais, exploraram minérios, com destaque para filões auríferos, e outros recursos naturais. Acredita-se que a ponte de Trajano foi construída com o auxílio dos legionários da Sétima Legião (Legio VII Gemina Felix).
Tal era a importância desse núcleo urbano, que foi elevado à categoria de Município no ano 79 d.C. quando dominava Tito Flávio Vespasiano, o primeiro capit da família Flávia. Daqui advém a antiga designação Aquae Flaviae da actual cidade de Chaves, bem como o seu gentílico — flaviense.
Calcula-se pelos vestígios encontrados que o núcleo e centro cívico da cidade se situava no alto envolvente da área hoje ocupada pela Igreja Matriz. Ainda hoje lembra a traça romana, com o Fórum, o Capitólio e o Decúmanus, que seria a rua Direita. Foi nessa área que foram e ainda são (2006) encontrados os mais relevantes vestígios arqueológicos, expostos no Museu da Região Flaviense, como o caso de uma lápide alusiva a um combate de gladiadores.

Vila Real - Portugal



A localização privilegiada, no cruzamento das estradas Porto-Bragança e Viseu-Chaves, permite o seu crescimento. Após várias tentativas de povoamento deste territorio desde a época do Condado Portucalense, é com o foral de D.Dinis em 1289 que é fundada Vila Real de Panóias, que se tornará a actual cidade. A presença, a partir do século XVII, da Casa dos Marqueses, faz com que muitos nobres da corte também se fixem. Facto comprovado pelas inúmeras pedras-de-armas com os títulos de nobreza dos seus proprietários que ainda hoje se vêem na cidade.

Amarante - Portugal



Amarante teve provavelmente a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça exactamente o nome dos seus fundadores. Contudo, só começou a adquirir importância e visibilidade após a chegada de São Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde, Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. A este santo se atribui a construção da velha ponte sobre o Rio Tâmega.

A exuberante margem do Rio Douro e as ribeiras do Porto e Gaia.

terça-feira, 23 de maio de 2017

PARTIR É MORRER UM POUCO



Adeus parceiros das farras
Dos copos e das noitadas
Adeus sombras da cidade
Adeus langor das guitarras
Canto de esperanças frustradas
Alvorada de saudade.

Meu coração como louco
Quer desgarrar-me do meu peito

Transforma em soluço a voz
Partir é morrer um pouco
A alma de certo jeito
A expirar dentro de nós.

Voam mágoas em pedaços
Como aves que se não cansam
Ilusões esparsas no ar.
Partir é estender os braços
Aos sonhos que não se alcançam
Cujo destino é ficar.

Deixo a minhalma no cais
De longe canto sinais
Feitos de pranto a correr.
Quem morre não sofre mais
Mas quem parte é dor demais
É bem pior que morrer!

Quem morre não sofre mais
Mas quem parte é dor demai
É bem pior que morrer

CÃO GRAFITEIRO!...

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TRAGO O ALENTEJO NO CORAÇÃO

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A TECNOLOGIA AO SERVIÇO DO HOMEM!...

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A EVOLUÇÃO DA MATEMÁTICA!...

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domingo, 14 de maio de 2017

APELO A TODOS PORTISTAS E SPORTINGUISTAS!...





“Certo dia uma cobra começou a perseguir com insistência um pirilampo.
O pirilampo apercebeu-se e começou a fugir com medo da cobra.
Passaram-se dias e a força do pirilampo, para fugir da cobra, começou a diminuir.
Um dia, confuso e cansado, sem perceber aquela insistência, parou de fugir e enfrentou a cobra, perguntando:
- Deixas-me fazer-te 3 perguntas, por favor?
A cobra com ar intrigado respondeu:
- Podes, mas olha que não costumo aceder a estes pedidos, mas já que te vou comer de qualquer forma despacha-te e pergunta.
O pirilampo avançou determinado e perguntou:
- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não - disse a cobra.
- Fiz-te algum mal?
- Não - disse a cobra.
- Então porque é que me queres comer? - perguntou o pirilampo.
- Porque não suporto ver-te brilhar!

***
Esta história oferece-lhe um ensinamento.


Faça uma reflexão sobre ela e de futuro tente lembrar-se que para um ataque de uma 'cobra' basta algo tão inofensivo como o excesso de brilho de um pirilampo.

A FESTA DO TETRA CAMPEONATO DO BENFICA

O HINO DO BENFICA NA PRAÇA DO MARQUÊS DE POMBAL EM LISBOA

A FESTA DO TETRA NA PRAÇA DO MARQUÊS DE POMBAL EM LISBOA

A FESTA DO TETRA NO ESTÁDIO DA LUZ EM LISBOA.

BENFICA - GUIMARÃES - O JOGO DO TETRA.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

RIR É O MELHOR REMÉDIO!




Por Miguel Esteves Cardoso



"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu.
Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...)
Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para estar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai considerar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
Já para não falar em “Picha”, no concelho de Pedrógão Grande e de “Rata”, em Arruda dos Vinhos, Beja, Castelo de Paiva, Espinho, Maia, Melgaço, Montemor-o-Novo, Santarém, Santiago do Cacém e Tondela. Temos, assim, em Portugal, uma “Picha”para 11 “Ratas”. O que vale é que mesmo ao lado da “Picha”, temos a “Venda da Gaita”...
E ainda existe “Colhões”, perto de Coimbra,EE ainda temos “Colhões”, perto de Coimbra
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do “Garganta Funda”.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra".
Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa.
Verá que não é bem atendido. Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.
Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um Percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).




E não está cá Cujó nem Colo do Pito...

A ciência e a tecnologia ao serviço do homem

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