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sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Lisboa, 24 de Outibro de 1147 - D. Afonso Henriques conquista Lisboa aos Mouros

Ramalho Ortigão nasceu no Porto a 24 de outubro de 1836



José Duarte Ramalho Ortigão nasceu no Porto a 24 de outubro de 1836 e faleceu em Lisboa a 27 de setembro de 1915. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Coimbra, sem o terminar. De regresso ao Porto, dedicou-se ao ensino, dando aulas de Francês no Colégio da Lapa. Estabeleceu-se em Lisboa ao ser nomeado oficial da secretaria da Academia de Ciências, começando a colaborar em vários jornais e revistas. Envolveu-se na Questão Coimbrã com o folheto "Literatura de hoje", vindo a enfrentar Antero de Quental num duelo, de que resultou ferido. Torna-se entretanto amigo de Eça de Queirós e inicia com ele a publicação de As Farpas. Fez várias viagens ao estrangeiro, viagens estas que influenciaram o seu modo de ver Portugal.

A grande crise de 1929 - 24 de Outubro de 1929: "Quinta-feira negra" na Bolsa de Wall Street

Mesão Frio em dia de feira semanal - 24/10/2014












Primeiras páginas dos jornais publicados hoje - 24/10/2014











quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Onde param os documentos da ONG de Passos Coelho?

E esta, hein?!


Os documentos da «ONG» de Passos Coelho desapareceram: tanto os que deveriam estar no Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social como os que teriam de estar arquivados no Instituto Camões. Sumiram. Voaram. Esgueiraram-se. A notícia é do Público e é referida aqui e aqui.

Orçamento de Estado para 2015: Crato glosa Bocage



Todo o dinheiro que a austeridade da troika e deste governo retirou ao funcionamento da economia, à saúde, à educação e ao bolso dos portugueses, 28.000 milhões de euros, foi, quase na íntegra, para pagar o serviço da dívida, numa evidência gritante de que a austeridade nada resolveu do problema que queria resolver. Dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal mostram que, entre 2010 e 2014, a dívida conjunta, pública mais privada, cresceu 46,1 pontos percentuais por referência ao PIB, cifrando-se agora na assustadora expressão de 767.226 milhões de euros. A dependência de Portugal relativamente ao estrangeiro aumentou drasticamente pela mão da troika e de Passos, o mercador dos nossos anéis. Entre o que Portugal já vendeu ou vai vender a preços de saldo, recordo: Espírito Santo Saúde, HPP Saúde da CGD, Tranquilidade, Fidelidade, BPN, Banco Espírito Santo, agora Novo Banco, Cimpor, EDP, REN, ANA, CTT, TAP e PT.

Com este pano de fundo, o orçamento é marcado, mais uma vez, pelo aumento da carga fiscal. É socialmente injusto: limita de novo as prestações sociais e mantém a sobretaxa de IRS (dita extraordinária mas de facto perene) enquanto diminui o IRC, por forma a beneficiar apenas as grandes empresas. A solução encontrada (projectar para 2016 uma hipotéctica redução da sobretaxa, desde que a cobrança do IVA e do IRS cresçam acima de 6%), para além de ilegal (as disposições orçamentais têm efeito exclusivo para o ano a que respeitam) é um expediente reles com que se tenta manipular a opinião pública. O aliviar de sacrifícios (reformados e funcionários públicos) impõe que não se esqueça o óbvio: o mesmo Governo que fez ponto de honra da necessidade de cumprir os compromissos e as dívidas para com estrangeiros, desonrou os compromissos que tinha para com os portugueses, reformados e os seus funcionários, deixando de lhes pagar o que estava contratado. E se agora corrige parcialmente a imoralidade da sua política (ainda assim com o rancor que transparece do que escreveu nos documentos que cito) é porque a tal foi obrigado pelo Tribunal Constitucional. O orçamento está aferrolhado para apoiar as pequenas e médias empresas mas escancarado para engolir os prejuízos do BES. O orçamento é deliberadamente mentiroso: ao mesmo tempo que o motor da economia europeia, a Alemanha, corrige a previsão de crescimento para 2015 de 2,0% para 1,3%, o Governo tem a lata de construir as suas contas a partir do pressuposto de crescermos 1,5%.

Mas há lata maior. A “esclarificação” com que Crato nos brindou sobre o orçamento de Estado para 2015 reconduziu-me ao Bocage boémio: o corte que aquela senhora deu, não foi ela, fui eu! É preciso topete para querer transformar 704,4 milhões de euros de corte orçamental na Educação (-11,3%) nos 200 milhões saídos da lógica anedótica do ministro. À brincadeira de Nuno Crato opõem-se 578 páginas de realidade: 278 de orçamento e 300 da proposta de lei que o aprova. Algumas pérolas aí escritas evidenciam a mistificação que envergonharia pessoas decentes. Mas não o Governo, muito menos Nuno Crato. Na página 172, quando explanam as políticas que o orçamento serve, os mistificadores voltam com a lengalenga de ser “a melhoria dos índices de qualificação da população factor determinante para o progresso, desenvolvimento e crescimento económico do país”. Eles, que reduziram os complementos educativos no ensino não superior em 47,6 %. Eles, que cortaram 68,8% aos serviços de apoio ao ensino superior. Na mesma página, escrevem estar firmemente empenhados “em melhorar os níveis de educação e formação de adultos”. Eles, que cortaram 38,6% do financiamento ao sector. Na página seguinte apontam como objectivo estratégico “garantir o acesso à educação especial, adequando a intervenção educativa e a resposta terapêutica às necessidades dos alunos e das suas famílias”. Eles, que cortaram o financiamento deste sector, onde se incluem deficientes profundos, em 15,3%, removendo sistematicamente, serviço após serviço, as respostas especializadas antes existentes. Tragam estes mistificadores, um só pai, uma só mãe destas crianças com necessidades educativas especiais, um só professor da área, a desmentir o que afirmo e a concordarem com o Governo. E o despudor atinge o clímax quando destacam como medidas justificativas do orçamento a “consolidação da implementação das metas curriculares”, esse expoente superior do refinado “eduquês” inferior. Para o leitor menos familiarizado com o tema, adianto que, apenas no que toca ao 1º ciclo do ensino básico, e se nos ficarmos pelas duas áreas mais badaladas do currículo, Português e Matemática, estamos a falar de 177 objectivos desdobrados em 703 descritores. Qual cereja em cima da imbecilidade, deixo-vos duas dessas metas:

- Reunir numa sílaba os primeiros fonemas de duas palavras (por exemplo “cachorro irritado”) cometendo poucos erros.

- Ler correctamente, por minuto, no mínimo 40 palavras de uma lista de palavras de um texto apresentadas quase aleatoriamente.

Sim, leram bem! Está lá quase aleatoriamente.

 * Professor do ensino superior (s.castilho@netcabo.pt)

Paul Cezanne, morreu a 22 de outubro de 1906

Paul Cezanne (1839-1906)

Sabia que a água envelhece?

 Eu já desconfiava! Pois se a água enferruja o ferro!

Sabia que 71% da superfície do planeta Terra é constituída por água? E que apenas 1% diz respeito a água doce e, por isso, potável?
 
 
Mas não é só o planeta que é constituído por água. Os seres humanos, os animais e os vegetais são também compostos por expressivas percentagens de água.
A verdade é que existem certos aspetos sobre a água, um dos bens naturais mais essenciais à vida na Terra, que desconhecemos ou que já nos esquecemos.
Por essa razão, apresentamos-lhe uma lista dos sete aspetos sobre a água que todas as pessoas deveriam conhecer.
A lista, convém sublinhar, foi criada pelo site Exame Brasil, tendo por pano de fundo a seca que tem atingido vários Estados do país.
Água estagnada das barragens
Assim, comecemos pelas barragens. A água estagnada que fica no fundo daquelas construções pode ser prejudicial à saúde pois está contaminada com metais pesados, tais como chumbo e cádmio.
Consumir água que esteja contaminada por estes metais pode levar ao surgimento de problemas renais e de tiroide e ainda pode originar doenças degenerativas como Parkinson e Alzheimer.
Filtros de água
Filtrar a água é sempre uma boa opção para evitar beber água contaminada. Apesar da grande variedade de filtros que temos atualmente ao nosso dispor, o melhor é aquele que é produzido a partir do barro. Esta matéria argilosa tem-se revelado bastante eficiente na retenção de cloro, pesticidas, ferro, alumínio, chumbo e ainda na retenção do parasita Criptosporidiose (causa diarreia e dores de barriga).
Garrafas de vidro e alumínio: qual a melhor
O ideal é beber água que esteja engarrafada em embalagens de vidro. Sabe porquê? É que acontece que as garrafas de plástico contêm uma substância derivada do petróleo – o xenoestrogenio.
De acordo com um médico consultado pelo Exame Brasil, esta substância tem o mesmo formato do estrogénio, por isso, consumir demasiada água engarrafada em embalagens de plástico pode ser o equivalente a consumir cinco pílulas anticoncecionais por dia.
Água vista como um medicamento natural
Sabia que as diferentes propriedades da água podem curar ou ajudar a prevenir determinadas doenças.
Por exemplo, a água que tem abundância de flúor ajuda a prevenir cáries, enquanto aquela que tem mais sódio ajuda a preservar os músculos e os nervos.
Por outro lado, o magnésio previne a hipertensão, enquanto o zinco tem propriedades imunológicas e o cálcio previne a osteoporose.
Água envelhece o ser humano
Outra curiosidade de que poucas pessoas têm conhecimento é que a água pode acelerar o processo de envelhecimento. Isto acontece quando o pH da água é inferior a 7,4, sendo que este é o valor do pH do nosso sangue.
Ao consumir água com uma taxa de pH inferior, o processo de envelhecimento do corpo humano é acelerado.
A água de agora é a mesma da do tempo dos dinossauros
Pelo menos para já, a quantidade de água existente no planeta continua mais ou menos nos mesmos níveis de há milhões de anos.
Ainda assim é preciso lembrar que é preciso ter cuidado e tomar medidas de preservação deste bem essencial para que, daqui a outros tantos milhões de anos, os futuros habitantes da Terra possam também desfrutar da água.

ALGUMAS ESTRELAS DO CINEMA (para recordar)

PUBLICAÇÃO DAS PRIMEIRAS PÁGINAS DOS JORNAIS DE HOJE - 22/10/2014










Para onde arrastaram a PT


Para onde arrastaram a PT

A PT é o reflexo do País. A empresa emblemática de setor público, precursora de várias inovações, na vanguarda da investigação e desenvolvimento, foi devorada pela ganância dos acionistas e falta de escrúpulos de quem a usou, em aflição, para cobrir desmandos que a Justiça investigará, se puder.
A empresa de telecomunicações, geradora de emprego e de avançada tecnologia acabou ingloriamente em leilão de abutres, perante um Governo que, na ânsia de desmantelar o Estado, a abandonou às mãos do deus comum – o Mercado.
Houve, na plangência do descalabro, uma tal falta de sensibilidade e uma tão obsessiva marca ideológica que nenhum resultado eleitoral é suficiente para julgar os culpados.
A PT era a empresa portuguesa que conquistara mercados do Brasil ao Quénia, de S. Tomé a Timor, de Angola à Hungria, para acabar à mercê de candidatos que a absorvem e descaracterizam.
O apogeu e a queda da PT estão ligados ao antes e depois deste Governo como metáfora do estado a que este Governo conduziu o País.

in "Ponte Europa"