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segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Igreja de S.Pedro de Rates. Capitéis românicos

Rota do Românico | Por trilhos e caminhos medievais





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território do Tâmega e Sousa. O Mosteiro de Pombeiro, a Igreja de Airães e outros valores de interesse turístico e cultural do concelho de Felgueiras estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | Festividades Seculares





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território do Tâmega e Sousa. O Mosteiro de Ferreira, a Torre de Vilar e outros valores de interesse turístico e cultural dos concelhos de Paços de Ferreira e Lousada estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | Pelos sabores e sensações





Uma viagem pela Rota do Românico e pelo território do Tâmega e Sousa. O Mosteiro de Ancede, a Capela do Bom Despacho e outros valores de interesse turístico e cultural do concelho de Baião estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | Pelas terras de Basto e Amarante





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território do Tâmega e Sousa. O Castelo de Arnoia, o Mosteiro de Travanca e outros valores de interesse turístico e cultural dos concelhos de Celorico de Basto e de Amarante estão em destaque neste programa.

Rota do Românico do Vale do Sousa





Uma Rota fundada nas memórias do Românico, que convida a uma viagem inspiradora a lugares com história, junto de singulares conjuntos monásticos, igrejas, memoriais, pontes e torres senhoriais, amadurecida em terra forjada de verde, repleta de saberes e sabores a região do Vale do Sousa.

Rota do Românico | Na senda de Egas Moniz





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território do Tâmega e Sousa. O lendário aio de D. Afonso Henriques, Egas Moniz, os Mosteiros de Paço de Sousa e de Cête, entre outros valores de interesse turístico e cultural dos concelhos de Penafiel e Paredes, estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | Pelas margens do Tâmega





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território do Tâmega e Sousa. As Igrejas de S. Nicolau e de Sobretâmega, bem como outros valores de interesse turístico e cultural do concelho do Marco de Canaveses, estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | Pelo Vale do Douro





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território dos vales do Sousa, do Douro e do Tâmega. O Marmoiral de Sobrado, o Mosteiro de Cárquere e outros valores de interesse turístico e cultural dos concelhos de Castelo de Paiva, Resende e Penafiel estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | Pelas aldeias e serras





Uma viagem pela Rota do Românico e pelos saberes e sabores do território do Tâmega e Sousa. A Serra de Montemuro, a Ponte da Panchorra, a Igreja de Tarouquela e outros valores de interesse turístico e cultural dos concelhos de Resende e Cinfães estão em destaque neste programa.

Rota do Românico | filme promocional





Novo filme promocional da Rota do Românico: projeto turístico-cultural que engloba 58 monumentos, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega, no Norte de Portugal: Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende.

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

Sou Eu - Ivan Lins ( legendado )





Sou eu

Na minha mão
O coração balança
Quando ela se lança
No salão...


Pra esse ela bamboleia
Pra aquele ela roda a saia
Com outro ela se desfaz... da sandália

Porém depois
Que essa mulher espalha
Seu fogo de palha
No salão...

Pra quem ela arrasta a asa
Quem vai lhe apagar a brasa
Quem é que carrega a moça... pra casa

Sou eu
Só quem sabe dela sou eu
Quem dá o baralho sou eu
Quem manda no samba sou eu

Meu coração
Na minha mão suspira
Quando ela se atira
No salão...

Pra esse ela pisca o olho
Pra aquele ela quebra um galho
Com outro ela quase cai... na gandaia

Porém depois
Que essa mulher espalha
Seu fogo de palha
No salão...

Pra quem ela arrasta a asa
Quem vai lhe apagar a brasa
Quem é que carrega a moça... pra casa

Sou eu
Só quem sabe dela sou eu
Quem dá o baralho... sou eu
Quem dança com ela... sou eu
Quem leva esse samba... sou eu
Desculpe a modéstia... sou eu
O dono da bola... sou eu
Na área o Romário... sou eu
Sou eu...
Sou eu...


Pra não dizer que não falei das flores - Geraldo Vandré (1968)





Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

❤ Dolores Duran - A noite do meu bem





A noite do meu bem: Dolores Duran

Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E o abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! eu quero o amor, o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda ternura que eu quero lhe dar.


O mistério do Espírito Santo