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sábado, 23 de maio de 2015

O BOM CINEMA PARA UM BELO FIM DE SEMANA - FILME "OS MAIAS"



Entre Afonso da Maia e o seu neto Carlos, constrói-se o último laço forte da velha família Maia. Formado em medicina na Universidade de Coimbra e posteriormente educado numa longa viagem pela Europa, Carlos da Maia regressa a Lisboa no Outono de 1875, para grande alegria do avô. Nos catorze meses seguintes, nasce, cresce e morre a comédia e a tragédia de Carlos como a tragédia e a comédia de Portugal. A vida ociosa do médico aristocrata, invariavelmente acompanhado pelo seu par amigo, o génio da escrita e de obras “inacabadas”, o manipulador João da Ega, leva-o a ter amigos, a ter amantes e ao dolce fare niente, cheio de convicções. Até que se apaixona de verdade por uma mulher tão bela como uma madona e tão cheia de mistérios, como as heroínas da estética naturalista. Um personagem novo num romance esteticamente revolucionário. A vertigem: paixão louca para lá dos negrumes do passado, um novo e mais negro precipício, o incesto. Mesmo sabendo que Maria Eduarda é a irmã a paixão de Carlos não morre e vai ao limite. E depois termina abruptamente porque o velho Afonso da Maia morre para expiar o pecado terrível do seu neto, neto que era a razão da sua existência. E então em vez da morte do herói, nova invenção de Eça. Carlos e Ega partem para uma longa viagem de ócio e de pequenos prazeres. Dez anos depois, voltam a encontrar-se em Lisboa tão diferente e tão igual, a capital de um pais a caminho da bancarrota. “Os Maias”, escrito pelo genial Eça de Queiroz, grande, melodramático, divertido e melancólico, aponta um destino sem remédio, tanto para a família Maia como para Portugal.

GRACIANO DIAS Carlos da Maia
MARIA FLOR Maria Eduarda da Maia
PEDRO INÊS João da Ega
JOÃO PERRY Afonso da Maia
HUGO MESTRE AMARO Damâso Salcede
MARIA JOÃO PINHO Condessa de Gouvarinho
ADRIANO LUZ Conde de Gouvarinho
FILIPE VARGAS Manuel Vilaça
MARCELLO URGEGHE Craft
PEDRO LACERDA Tomás Alencar
com a participação especial RITA BLANCO D. Maria da Cunha
JOSÉ MANUEL MENDES Sr. Guimarães
ANDRÉ GONÇALVES Castro Gomes
JORGE VAZ DE CARVALHO Narrador
JOSÉ HENRIQUE NETO Caetano da Maia
JOSÉ EDUARDO Frei Jerónimo
NUNO PARDAL Jovem Afonso da Maia
ANA MOREIRA D. Maria Eduarda Runa
NUNO CASANOVAS Pedro da Maia
RUI MORRISSON Velho Vilaça
CATARINA WALLENSTEIN Maria Monforte
JOÃO BARBOSA Vicente
CÂNDIDO FERREIRA D. Diogo
DIOGO VIDA Cruges
DINARTE BRANCO Marquês de Souselas
RICARDO AIBÉO Steinbroken
FRANCISCO TAVARES Euzébiozinho
CLÁUDIO DA SILVA Taveira
JOÃO PEDRO VAZ Jacob Cohen
SANDRA SANTOS Raquel Cohen
MAYA BOOTH Miss Sara
SARA MESTRE Rosa
JOÃO ARAÚJO Criado Baptista
LAURA SOVERAL Senhora de Preto
RAFAEL FONSECA Jovem Assessor
TIAGO CRUZ Criado Domingos
ALEXANDRA SARGENTO Baronesa de Alvim
LEONALDO DE ALMEIDA Visconde de Darque
ANDRÉ GOMES Sousa Neto
SOLANGE SANTOS Melanie
PAULO FILIPE MONTEIRO Palma
MIGUEL MONTEIRO Padre Gordo
DINIS GOMES Rufino
MITÓ MENDES Carmen
JÚLIA CRUZ Lola
MÁRIO SABINO SOUSA Chefe de Mesa

ANCINE CML RTP
ARDEFILMES
copyright 2014 ar de filmes / João Botelho

PARA UM BOM FIM DE SEMANA, CINEMA EM CASA - fILME "Há Sempre Um Amanhã" (Completo)





Telefilme realizado para o projeto "Grandes Histórias - Toda a Gente Conta", da RTP1.

Com: Diogo Infante, Maria João Falcão, Rui Luís Brás, Cláudia Oliveira, António Machado,Vera Fontes, Rogério Jacques, João Quiaios e Adriana Barral.

SINOPSE: Paulo Lima tem 40 anos é pai de duas filhas, divorciado e o engenheiro responsável por uma pequena fábrica especializada, de componentes eletrónicos, com quadros altamente qualificados e pertencente a uma multinacional. É ele o principal responsável pelo desenvolvimento daquela unidade que é considerada uma das mais eficientes e de melhor qualidade existentes em Portugal.
O trabalho de Paulo à frente da fábrica, mais do que uma mera ocupação, é uma paixão, um compromisso pessoal, a quem dedicou o melhor de si próprio, muitas vezes abdicando da sua vida pessoal, do seu casamento, dos filhos, etc. Foi Paulo quem recrutou e formou todos os técnicos, tendo inclusivamente contratado vários colegas de faculdade que abandonaram cargos mais bem remunerados e estáveis, por acreditarem naquele projeto.
Devido à recessão mundial, a Fábrica -- a única que ainda existe na Europa - recebe a visita de Luísa, uma executiva de topo da Empresa. Luísa tem 35 anos e, tal como Paulo, a sua vida resume-se ao que faz profissionalmente. Luísa é uma mulher só, pois pôs sempre o trabalho à frente das poucas relações que teve. Mas, ao contrário de Paulo, Luísa é uma mulher fria e pragmática. Percorre as várias fábricas da empresa espalhadas pelo mundo fazendo análises de custo para decidir as que continuam e as que são encerradas ou deslocalizadas.
Apesar da fábrica ser uma unidade fabril rentável, Luísa insiste em tentar aumentar ainda mais o lucro. O seu argumento é muito simples: aquela fábrica no Brasil produziria o mesmo e muito mais barato. Se numa primeira fase, Paulo mostra-se simpático e tenta demonstrar que consegue fazer uma redução de custos significativa e dar ainda mais lucro, acaba por perceber que Luísa quer maximizar os lucros ao máximo, o que, obviamente, significa deslocalizar a fábrica para o Brasil, onde os custos de produção são muito menores.
Perante a inflexibilidade de Luísa em aceitar os sucessivos planos de redução de custos que Paulo propõe, querendo sempre mais e mais cortes, Paulo decide fazer um ultimato a Luísa: se ela não aceitar o seu plano, ele abandona a fábrica e a empresa. Orgulhosa e sem contactar os seus superiores, Luísa decide despedir Paulo devido à sua atitude confrontacional. Paulo sai da empresa numa despedida emotiva, tensa e sentida e perante o grupo daqueles que o ajudaram a tornar aquela empresa no que ela era, promete voltar.
Luísa fica assim encarregue de desmantelar a empresa e, ao fazê-lo, vai aperceber-se que, mais do que uma fábrica, Paulo criou uma família. E, durante o processo, é informada que os seus superiores decidiram voltar a contratar Paulo e colocá-lo como responsável pela nova fábrica que irá abrir no Brasil para substituir a que ela está a encerrar. Cinco anos depois, acompanhamos a vida de alguns dos antigos empregados da fábrica que apesar de estarem todos empregados vivem com a memória do tempo em que trabalharam na fábrica e onde se sentiam parte de um projeto e de uma família.
É então que num jantar de confraternização dos antigos empregados surge Paulo. Paulo regressa com novas competências e outra a experiência adquirida e, com todos aqueles que com ele lutaram, propõem-se dar vida à pequena empresa. Paulo anuncia que já tem capital para começarem, pois arranjou alguém que tem bons contactos na banca a nível internacional e que vai ser o gestor da nova fábrica. E. para surpresa geral, entra Luísa que percebemos que está casada com Paulo, e que aprendeu ao desmantelar aquela fábrica, que uma empresa é mais do que lucro.

A CORJA EM GRANDE ESCALA!...

Anatoly Evienvich Karpov, nasceu em Zlatoust/URSS a 23 de Maio de 1951


Anatoly Evienvich Karpov, nasceu em Zlatoust/URSS a 23 de maio de 1951, é um dos melhores xadrezistas de todos os tempos.
Foi Campeão Mundial de xadrez, de 1975 a 1985 e de 1993 a 1999 totalizando 16 anos com o título mundial e tornando-se o Campeão Mundial que mais partidas realizou em disputa direta pelo título ou em sua defesa.
Sagrou-se campeão mundial juvenil em 1969 e obteve o título de Grande Mestre em 1970.
Ao vencer o Torneio Interzonal de Leningrado (1973), qualificou-se para disputar, no ano seguinte, o Torneio de Candidatos, que consistia em uma série de partidas eliminatórias cujo vencedor apontaria o desafiante ao título mundial.
Karpov derrotou, sucessivamente, Lev Polugaevsky, Boris Spassky e Viktor Korchnoi, obtendo assim o direito a uma partida pelo título supremo contra o então campeão, o norte-americano Bobby Fischer.
Fischer, todavia, desistiu de disputar a final, um clato sinal de fraqueza, pois não concordava que a partida tivesse um número determinado de jogos.
Perante a desistência do campeão, o presidente da FIDE (Federação Internacional de Xadrez) à época, o ex-campeão mundial Max Euwe, proclamou Karpov campeão.
Nos anos seguintes Karpov foi um participante assíduo nos principais torneios, vencendo-os quase sempre. Confirmava, desta forma, que merecia o título de campeão.
Em 1978, em Baguio City (Filipinas) e em 1981, em Merano (Itália), Karpov manteve o título máximo derrotando Korchnoi, que fora o vencedor do Torneio de Candidatos em 1977 e em 1980.
Em 1984 Karpov defendeu o seu título diante do seu compatriota Garry Kasparov.
A partida não chegou ao final. Depois de 48 partidas realizadas, já no início de
1985, Karpov vencia por 5 jogos a 3, com 40 empates, precisando de mais uma vitória para manter o título.
Diante da perspectiva da luta se prolongar e tendo em vista o estado de exaustão de ambos os jogadores, o então presidente da FIDE, Florencio Campomanes, em circunstâncias até hoje não inteiramente esclarecidas, deu o match por encerrado, com a condição de que um novo match seria disputado ainda em 1985.
Neste segundo match Karpov foi derrotado pelo mesmo escore, 5 a 3, com o qual havia vencido Kasparov no "match" anterior, perdendo então o título mundial após dez anos de reinado.
Tentou reaver o título por três vezes diante do mesmo adversário, em 1986, 1987 e 1990, sem sucesso.
A despeito dessas derrotas, todas bastante apertadas, ao longo da década de 1990 Karpov seguiu sendo um dos principais jogadores do mundo. Conseguiu o feito histórico de alcançar o rating de 2984, no tradicional torneio de Linares, ficando 2,5 pontos à frente de Kasparov.
Em 1993 Kasparov retirou-se da disputa do título mundial da FIDE e criou uma nova associação, paralela, estilo divisão para reinar, como resultado da qual o título mundial de xadrez permaneceu dividido por 14 anos.
Com Kasparov fora da disputa, Karpov recuperou o título da FIDE, que manteve até 1999.
Nesse ano foi sua vez de retirar-se da disputa, por discordar do novo formato estabelecido pela FIDE para determinar o campeão. Depois disso, Karpov abandonou aos poucos o xadrez competitivo.
Portador de um estilo único de jogo, Karpov foi bastante influenciado por três campeões mundiais: foi responsável pelo estudo científico de aberturas em desuso na sua época (as mesmas jogadas pelo seu ídolo, José Raúl Capablanca); desenvolveu conceitos de superproteção de casas agudas e estudos sobre reposicionamento das peças (estudo iniciado por Tigran Petrosian); e por fim tornou-se o jogador de maior conhecimento em finais de jogo, sendo assim considerado por atletas notáveis, como Garry Kasparov e Vassily Smyslov.

Georges Moustaki compositor e cantor francês, morreu em Nice a 23 de maio de 2013!

A 23 de Maio de 1975 - Nasce Cristina Mohler

A 23 de Maio de 1933 - nasce Joan Collins

A 23 de Maio de 2010 - Morre o cantor português Beto, de 43 anos, morre em Torres Vedras, vítima de um acidente vascular cerebral.

A 23 de Maio de 2010 - O Grande Prémio do 63.º Festival de cinema de Cannes é atribuído ao francês Xavier Beauvois pelo filme "Des hommes et des dieux", uma película que retrata o assassínio de sete monges cistercienses franceses de Tibéhirine, na Argélia, em 1996.

A 23 de Maio de 2008 - Morre em Manaus, Brasil, o senador Jefferson Peres, referência ética do Senado brasileiro e autor do relatório que levou à demissão do presidente daquele órgão Renan Calheiros, pela alegada ligação a casos de corrupção

A 23 de Maio de 2007 - O realizador João Botelho recebe o Prémio Aurélio da Paz dos Reis, atribuído no âmbito da IV Mostra Internacional de Escolas de Cinema, na Escola Superior Artística do Porto.

A 23 de Maio de 2005 - O Grande Prémio de Romance e Novela da APE é atribuído a Vasco Graça Moura, pela obra "Por detrás da Magnólia".

A 23 de Maio de 2004 - Desabamento do teto de um terminal do aeroporto Charles De Gaulle, em Paris. Morrem cinco pessoas.

A 23 de Maio de 2003 - A escritora Teolinda Gersão vence o Grande Prémio do Conto da Associação Portuguesa de Escritores, com "Historias de Ver e Andar"

A 23 de Maio de 2001 - Morre o antigo treinador português Joaquim Meirim, 65 anos, figura carismática do futebol na década de 1960.

A 23 de Maio de 1999 -- Manoel de Oliveira é distinguido com o Grande Prémio do Júri do Festival de Cannes.

A 23 de Maio de 1992 - O juiz italiano anti-mafia Giovanne Falcone é assassinado em Palermo, Sicília.

A 23 de Maio de 1991 - O escritor português Vergílio Ferreira conquista, em Bruxelas, o prémio Europália 91.

A 23 de Maio de 1947 - Portugal conquista o primeiro título de Campeão Mundial de hóquei em patins.

Hóquei em patins: o futebolista que deu o primeiro mundial a Portugal (e outras histórias)

No Mundial de 1947, realizado em Lisboa, Portugal ganhou destacadamente já que contabilizou doze pontos, isto é, ganhou todos os jogos, contra os sete da Bélgica, vice-campeã (melhor lugar de sempre) e os sete da Espanha, terceira classificada. Saliente-se que o formato de disputa nestes quatro campeonatos aqui abordados era de todos contra todos e quem tivesse mais pontos no fim era campeão. Portugal tinha nestes jogadores os seus campeões mundiais, num campeonato onde demonstrou não ter adversário à altura: Correia dos Santos, Álvaro Lopes, Olivério e Sidónio Serpa, Jesus Correia, Manuel Soares, Cipriano Santos e Emídio Pinto, orientados por José Prazeres.

A 23 de Maio de 1945 -- Suicida-se Heinrich Himmler, chefe das SS, tropas assassinas de Adolf Hitler.